sábado, 2 de fevereiro de 2008

De volta à Terrinha...

Vila Real, essa bela localidade... é como que estranha nos dias que hoje passam.

Vagueei por entre os desconhecidos habitantes que hoje a coabitam, fiz-me passear pelas conhecidas ruas, por entre desconhecidos... Sinto-me estrangeiro na cidade que me viu crescer, que me ensinou a lutar e que formou o que hoje sou...

Mas vejo que os tempos passam e as pessoas não mudam. Estacionei o carro por 15 minutos, e assim que lá chego já tinha o aviso dos senhores dos parquímetros, já era de esperar... o meu pai tinha o carro na linha amarela, mas o moina não faz nada porque é conhecido... Paciência, também não foi multa, por isso não me chateia!

Vou a caminho de casa e há um "artista" que tendo duas faixas de rodagem... decide ir em cima do tracejado. Como queria passar, encostei-me à esquerda e dei-lhe sinal de luzes, rapidamente
se chegou para a esquerda, mas assim que o estou a passar ele acelera. Eu encolho os ombros, esboço um sorriso e deixo-o... para trás.

Acabado isto e à saída de uma rotunda, vem-me outro artista, acredito que este não me tenha visto por causa do ângulo morto, e atira-se para cima de mim. Felizmente fez pisca, o que me deu tempo de travar e deitar a mão à gaita, subentenda-se buzina. Acredito que ele não me tenha visto, mas o menino ia ultrapassar um carro para virar à direita 15 metros depois... porquê?

Bem, depois de tudo isto chego a casa e deparo-me com a nova música dos Dreamtheater - Forsaken... Ironias do Destino.

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